<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184</id><updated>2012-01-11T21:17:53.826-08:00</updated><category term='Twitter'/><category term='religião'/><category term='mobilidade urbana'/><category term='recortes sociais'/><category term='viado'/><category term='comics'/><category term='objeto'/><category term='Blitz'/><category term='Jornalemes'/><category term='sujeito'/><category term='bicicleta dobrável'/><category term='psicanálise'/><category term='quadrinhos'/><category term='BBB'/><category term='Ruder aus der Hand'/><category term='MMA'/><category term='futebol'/><category term='Nietzsche'/><category term='leme'/><category term='cu'/><category term='resenha'/><category term='UFC'/><category term='desatualização'/><category term='filosofia'/><category term='Zaratustra'/><category term='Wille zur Macht'/><category term='review'/><category term='machismo'/><category term='diálogos'/><category term='blogs'/><category term='falácia'/><category term='conceito'/><category term='puta'/><category term='senso comum'/><category term='atualização'/><category term='Caloi'/><category term='violência'/><category term='oprimido'/><category term='Natal'/><category term='Papai Noel'/><category term='ciclismo urbano'/><category term='paródia'/><category term='Girafales'/><category term='HQ'/><category term='economizar dinheiro'/><category term='#lingerieday'/><category term='feminismo'/><category term='nota'/><category term='coitadismo'/><category term='Homem-Aranha'/><category term='Chaves'/><category term='esporte'/><category term='Freud'/><title type='text'>Jornalemes</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-3875330782139302173</id><published>2011-12-24T09:46:00.001-08:00</published><updated>2012-01-02T17:43:40.432-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='senso comum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='religião'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papai Noel'/><title type='text'>Involuntária transparência natalina</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo ano, mesma lenga-lenga: por um lado, costumes importados do hemisfério norte, com alguns aspectos que estamos cansados de saber não fazer sentido em terras tropicais: neve, pinheirinho, Noel com suas roupas de frio, comidas pesadas e secas, e alguma outra coisa que não me recorde; aspectos estes muito mais assimilados que o Halloween/Dia das Bruxas (época em que os chatonildos pedem&amp;nbsp;Curupira e mula sem cabeça no lugar de bruxas e vampiros). Por outro lado, pessoas conscientes do "verdadeiro" espírito de Natal, que seria o nascimento do Jesus, o Deus Menino, e todo sentimento transmitido pelo Filho de Deus em sua passagem pela terra: amor, compaixão, paz.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Geralmente, a consciência e o consumo não se excluem. Quem prega aquela pratica este.&amp;nbsp;A manifestação mais comum, no entanto, é da face "consumista": por mais que haja um discurso de "conscientização", não se vê espaço para muitos rituais religiosos ou que remetam a Jesus Cristo&amp;nbsp;— a não ser aquelas canções "cristãs" que inspiram mais melancolia do que paz e alegria&amp;nbsp;&amp;nbsp;—&amp;nbsp;como se observa a boa comida e distribuição de presentes. Há grupos familiares ou indivíduos que sinceramente apreciam a união ou reunião promovida no Natal, sentem verdadeiro afeto por seus entes queridos e uma magia especial em expressá-lo nesse evento, com um abraço e votos de Feliz Natal; outros estão constrangedoramente atrelados a uma convenção social. Convencional ou verdadeira, a "magia do Natal" é intimamente ligada às benesses materiais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-K-aeBq9Es1Y/TvZ6jKFzfbI/AAAAAAAAARA/FKVh4HHsMqw/s1600/noname-12.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="273" src="http://2.bp.blogspot.com/-K-aeBq9Es1Y/TvZ6jKFzfbI/AAAAAAAAARA/FKVh4HHsMqw/s400/noname-12.jpeg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O "consumismo", apesar de tudo, demonstra ser mais transparente e honesto que o parâmetro &amp;nbsp;"consciente" do Natal. Não há muita diferença entre ambos, considerando-os embustes, cada qual a sua forma.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engodo original: aquilo que muitos (infelizmente não todos) sabemos mesmo que por cima. A época que conhecemos como Natal tratara-se de uma adaptação e assimilação de costumes e rituais de culturas e religiões pagãs com fins de se conseguir mais adeptos para a religião cristã; uma das campanhas de marketing mais bem-sucedidas da História,&amp;nbsp;perpetrada pela Igreja Católica, que, quase meio milênio após a passagem de Jesus, decerto já haveria se distanciado e muito dos valores originais transmitidos pelo Cristo. Há quem saiba desse bafafá religioso e afirme que não importa uma data simbólica, e sim o sentimento e reverência etc. a Jesus. Bem, importa se esta data *simbólica* fora escolhida de maneira nada besta, né?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Engodo moderno: o "nascimento de Jesus" ficou, na práxis natalina, em segundo plano, e toda a parafernália material entra em cena: decoração, presentes, comilança, personagens importados etc. Pensando-se na simplicidade original de Jesus, evidentemente os rituais materiais desproviram-se completamente de um fundamento cristão (não que o próprio cristianismo já tenha sido coerente com os fundamentos de Cristo, enfim).&amp;nbsp;Por uma ironia histórica, os rituais realizados pela maioria das pessoas no Natal, ainda que se digam cristãs, aproximam-se muito mais do que é profano. É uma terceira lógica histórica que descende das lógicas pagã e cristã. E não adianta ser um cristão envergonhado que procure demonstrar conhecer o "verdadeiro" espírito natalino&amp;nbsp;— neste caso, os cristãos que o conhecem mesmo seriam, por exemplo, as Testemunhas de Jeová, que ignoram o Natal apesar de seguirem ao Cristo definido na Bíblia. Fique claro, não estou levantando aqui qual vertente cristã seria mais "correta" que outra, pois como agnóstico tenho sérios problemas com todas elas, foi apenas um exemplo factual.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CtKlhgMR-sg/TvZ6TM-SefI/AAAAAAAAAQ0/KIbYcxnFw84/s1600/Christmas_globalized_for_real_consumption.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-CtKlhgMR-sg/TvZ6TM-SefI/AAAAAAAAAQ0/KIbYcxnFw84/s320/Christmas_globalized_for_real_consumption.jpg" width="241" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Involuntariamente, o materialismo natalino deu um chapéu na manolagem papal de mais de um milênio atrás. Não se trata de uma retomada pagã, mas de uma outra redefinição para o Natal em si mesmo, a despeito de qualquer retórica cristã ou humanitária: época em que as pessoas comem bem e dão presentes entre si para celebrar a comilança e a alegria em ganhar presentes.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-3875330782139302173?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/3875330782139302173/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=3875330782139302173&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/3875330782139302173'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/3875330782139302173'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2011/12/involuntaria-transparencia-natalina.html' title='Involuntária transparência natalina'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-K-aeBq9Es1Y/TvZ6jKFzfbI/AAAAAAAAARA/FKVh4HHsMqw/s72-c/noname-12.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-5233012491241241724</id><published>2011-12-17T15:07:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T17:54:09.234-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='violência'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='MMA'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='futebol'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='esporte'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='UFC'/><title type='text'>Futebol com pezinho no MMA</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não faz muito tempo que aprecio as &lt;b&gt;artes marciais mistas&lt;/b&gt;, ou &lt;i&gt;mixed martial arts&lt;/i&gt; (MMA), essa evolução do vale-tudo (evolução positiva, de muito bom gosto, vale mencionar). Talvez por não ter TV paga — opção desde sempre aqui em casa, por desinteresse geral que não compen$aria contratar tal serviço. Aí temos que a realidade é moldada de acordo com o que a TV aberta (Globo &lt;i&gt;stricto sensu&lt;/i&gt;) escolhe exibir ou não, então MMA &lt;i&gt;non ecziste&lt;/i&gt;. Ok, a Rede TV! (&lt;i&gt;sic&lt;/i&gt;) exibia, mas não era lá tão estimulante, tanto por sua produção e transmissão quanto por ser gravado. Afinal, temos o YouTube para assistir às coisas posteriormente a sua exibição ao vivo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas a internet e redes sociais quebram as barreiras da seleção midiática, e você tem um e outro amigo fãzaço que sempre compartilha um pitaco ou um vídeo (no meu caso, Carlos Henrique, autor d'&lt;a href="http://oceaga.blogspot.com/"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #674ea7;"&gt;O CH!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;). O portal de seu servidor de e-mail também dedica mais e mais matérias, o Twitter bomba em noites de UFC, então uma hora a curiosidade distante cede espaço à apreciação efetiva. Foi assim, e, após uma e outra edição em que não me entusiasmei muito, o &lt;b&gt;UFC Rio&lt;/b&gt;, transmitido ao vivo pela Rede TV!, me despertou o interesse real pelo esporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esporte! É bom sublinhar. Lembro das críticas que ouvia quando criança a respeito do boxe, e, mais tarde, sobre o vale-tudo, algo que nem sabia do que se tratava, de que nem vira qualquer exibição. O próprio Professor Girafales já contribuía em podar qualquer interesse pueril nas lutas. Acredito que todos compartilhamos empaticamente da vergonha de Chaves e Quico quando do sermão do mestre abominando "esse esporte selvagem, violento, brutal", na fadada tentativa de Seu Madruga introduzi-los ao esporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, o vale-tudo evoluiu como esporte, e o MMA se legitima cada vez mais como tal. Existe violência, porém, o desenvolvimento da modalidade a profissionalizou, instituiu mais limites e conceitos, valorizou a técnica conjugada à força, o que diferencia brigas de lutas. A violência foi submetida à civilização. Isso é esporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-oz71CoPfBtA/Tu4gan4alDI/AAAAAAAAAQU/Z_yHzXIczxw/s1600/10UFC126SilvaVs.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-oz71CoPfBtA/Tu4gan4alDI/AAAAAAAAAQU/Z_yHzXIczxw/s400/10UFC126SilvaVs.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Qual o animal que faz miau e come rato? / Ah, o gato! / Que te chuta com o sapato!&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No UFC Rio, &lt;b&gt;Anderson "The Spider" Silva&lt;/b&gt; exibia o escudo do Corinthians, enquanto &lt;b&gt;Antônio Rodrigo "Minotauro" Nogueira&lt;/b&gt; vestia a camisa, digo, os shorts do Internacional. A versão oficial é que o pequeno Anderson chegara atrasado a uma peneira do Curíntia e por essa razão lhe disseram:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XAv_YfNQ87U" style="color: #674ea7; font-weight: bold;"&gt;NUNCA SERÃO&lt;/a&gt;;&amp;nbsp;ele, desanimado, viu logo ali uma academia de boxe, começou a treinar e deu no que deu, tornou-se o cara. Os conspiracionistas afirmam que ele sempre foi torcedor do Coritiba e toda a versão oficial é mentirosa. Falsificações históricas existem, aos montes e a todo momento&amp;nbsp;—&amp;nbsp;como no caso emblemático da foto de Norma Bengell, jovem, protestando contra a ditadura, "interpretada erroneamente" como sendo Dilma em seu blog da campanha de 2010. Claro, o erro foi de quem interpretou: só porque Norma estava em destaque num recorte de três fotos que mostravam Dilma criança, Norma no meio e Dilma ministra? Quem interpretou que a intenção era de que a moça do meio fosse a Dilma jovem é que se enganou, correto? &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: red;"&gt;PEEERRRRM&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;, errado, a equipe de marketing quis ser malandra e disfarçar a modalidade escolhida por Dilma no protesto contra a ditadura&amp;nbsp;&amp;nbsp;—&amp;nbsp;ela não era de passeatas, mas da luta armada, via esta bem impopular, e tal atividade não tem registros fotográficos abertos que esbanjem mobilização popular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZD8zekR-3Do/Tu4c1ZTtSXI/AAAAAAAAAQM/hnf9UHI0A_o/s1600/dilma.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="345" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZD8zekR-3Do/Tu4c1ZTtSXI/AAAAAAAAAQM/hnf9UHI0A_o/s640/dilma.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Se você entendeu que a do meio também seria a Dilma, cometeu "interpretação equivocada".&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Voltando ao Sport Club Corinthians Paulista, verdade ou não, a versão oficial de Spider&amp;nbsp;corintiano&amp;nbsp;procura agregar afeto ao patrocínio cru. O caso do Minotauro parece mais transparente, espero que não tenham inventado como um menino de Vitória da Conquista foi conhecer e torcer por um time de Porto Alegre. Sem regionalismos (&lt;i&gt;bitch, please&lt;/i&gt;), é apenas uma questão de distância geográfica e não-alinhamento do time gaúcho ao eixo Rio-São Paulo, cujos clubes geralmente têm mais popularidade Brasil afora.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A indústria do futebol indica querer usufruir da popularidade emergente do MMA. Para um esporte que começa a ser bem visto socialmente agora, pode-se ponderar se seria esta uma boa convivência. O MMA provém de um histórico de rejeição social e midiática; numa fase em que tenha se desenvolvido profissionalmente, seria benéfico associar-se a um esporte que, deploravelmente, tem um amplo registro de violência de parte de sua torcida? A preocupação aqui é sobre até que ponto a violência nos estádios pode transmitir-se em violência nos ginásios, à medida que o fanatismo a clubes de futebol venha a se estender aos atletas de MMA patrocinados pelos respectivos clubes. Caso isso ocorra, decerto os questionamentos moralizantes recairão sobre o &lt;b&gt;esporte de luta&lt;/b&gt; ("de luta" não no sentido delubiano da coisa, claro).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De um lado, um esporte que estipula limites, técnica e objetivos razoáveis à violência&amp;nbsp;—&amp;nbsp;que pode servir de estímulo a pessoas de todos os tipos para procurarem a prática de artes marciais visando a inúmeros benefícios, inclusive &lt;b&gt;a disciplina no uso da força&lt;/b&gt;. De outro, um esporte cujo gosto popular exaltado ocasiona eventos de violência, maloqueiragem, vandalismo e brutalidade generalizada, sem uma repressão eficaz, tamanha a sua difusão e ação coletiva. Mas, numa pressão moralizante, os valores se inverteriam muito facilmente, conhecendo o modo torto como normalmente se pensa por aqui. A culpa poderá muito bem ser apontada a esse esporte "violento e selvagem". Lembremos que a venda de &lt;b&gt;Counter-Strike&lt;/b&gt; foi proibida porque o jogo estimula a afronta à ordem e ao estado (o argumento do juiz foi algo do tipo, googlem); prefiro não comentar essa estupidez. Recordemos também que as professoras no jardim de infância e primeiras séries do Fundamental censuravam quando dois amigos simulavam movimentos de Street Fighter sem nem sequer tocar um no outro, enquanto os &lt;i&gt;bullies&lt;/i&gt; agem livres e impunes em todos os níveis de ensino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O futebol está com um pé no MMA, e esse não é o pé que desfere um chute plástico e leal de uma arte marcial. Pode também não vir a ser o pé na bola que dá o nome ao esporte —&amp;nbsp;mas o pé com tênis Nike Shox, Oakley, entre outras grifes falsificadas ou não, que chuta e pisoteia covardemente alguém que cometeu a infração grave de usar a camisa de um outro time.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-5233012491241241724?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/5233012491241241724/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=5233012491241241724&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5233012491241241724'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5233012491241241724'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2011/12/futebol-com-pezinho-no-mma.html' title='Futebol com pezinho no MMA'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-oz71CoPfBtA/Tu4gan4alDI/AAAAAAAAAQU/Z_yHzXIczxw/s72-c/10UFC126SilvaVs.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-2244775845585466975</id><published>2011-12-15T21:41:00.000-08:00</published><updated>2011-12-18T09:29:29.804-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='ciclismo urbano'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='mobilidade urbana'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='review'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='bicicleta dobrável'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Caloi'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Blitz'/><title type='text'>As pequenas notáveis bikes dobráveis</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em abril de 2010, iniciei-me no ciclismo urbano. Muito por acaso, mas com o estímulo inicial da rede de bicicletas compartilhadas &lt;b&gt;UseBike&lt;/b&gt; (atualmente &lt;b&gt;Nossa Bike&lt;/b&gt;), presente na cidade de São Paulo. Por um período, utilizei o serviço de empréstimo de bicicletas até sentir vontade e necessidade de ter meu próprio veículo. Não abandonei a bicicleta desde então.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Da mesma forma que uma pessoa interessada em determinado modelo de carro acaba por ver mais unidades dele nas ruas, nunca havia reparado tanto em bicicletas na cidade como após começar a usá-la como meio de transporte. Das bicicletas &lt;i&gt;tops&lt;/i&gt; e bem equipadas às mais simples e secas, sempre confiro a passagem de um ciclista ou de um bicicreteiro (distinção apenas jocosa, pedindo licença ao politicamente correto), reparando tanto nos modelos utilizados quanto na forma que o condutor se comporta nas vias urbanas. Sem dúvida, o tipo de bicicleta que mais me chamava a atenção, fosse nas ruas ou estacionada nos bicicletários, eram as &lt;b&gt;bicicletas dobráveis.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;"Ah, aquelas que desmontam?"&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Correto, aquelas que desmontam, como qualquer outra bicicleta pode ser desmontada KEKEKEKE. Mas entendo a intenção de quem usa esse termo, ainda que o correto seja dobrar, não desmontar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há alguns meses, utilizo uma bicicleta dobrável, a &lt;b&gt;Blitz City&lt;/b&gt;. A Blitz é uma empresa brasileira cuja fábrica fica em... Taiwan. BRINKS, é uma importadora. As bicicletas vêm de Taiwan e recebem a marca.&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gFtd8j_ja8E/TurCMrbnzCI/AAAAAAAAAO0/Bzm4r32vqRg/s1600/7f773fa239dc6cd39194be5815eb295c.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="335" src="http://4.bp.blogspot.com/-gFtd8j_ja8E/TurCMrbnzCI/AAAAAAAAAO0/Bzm4r32vqRg/s400/7f773fa239dc6cd39194be5815eb295c.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Blitz City.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adquiri a Blitz City pois desejava uma dobrável como bicicleta secundária, já tendo uma MTB (mountain bike) principal. Portanto, não desejava gastar muito desde a aquisição. A City me pareceu a melhor opção, com o valor de R$ 575, contra novecentos e alguma coisa de sua superior imediata, a Blitz Alloy.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As características mais notáveis da Blitz City são seu quadro em aço carbono (erroneamente chamado de ferro pelos sabichões) e sua marcha única (popularmente chamada de "sem marcha"). Características notáveis não em sentido positivo, pois geralmente as dobráveis possuem quadro em alumínio e 6 ou 7 velocidades (marchas). Também tem-se aros com parede simples, manetes de plástico, cubos, raios e demais peças básicas. O valor, entretanto, condiz com a inferioridade do conjunto. Uma bicicleta dobrável beira normalmente os mil reais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje, enquanto voltava do serviço com ela, um taxista me chamou no trânsito, perguntando onde se encontrava esse tipo de bicicleta. Indiquei lojas virtuais e uma física, e informei o preço. Ele considerou caro, como qualquer outra pessoa a quem digo o valor mesmo dessa dobrável básica. No site da Caloi, que recentemente &lt;b&gt;voltou&lt;/b&gt; ao mercado de bikes dobráveis, com seus lançamentos &lt;b&gt;Caloi Urbe&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Caloi Bend, &lt;/b&gt;chovem comentários de pessoas indignadas, por exemplo, com o valor de R$ 1500 da Urbe; entre argumentos razoáveis ou não, há quem proteste contra o valor por "uma bicicleta tão pequena". Porra, sendo mérito de uma bicicleta dobrável a praticidade tanto para o transporte quanto para sua própria mobilidade, não há como entender que o fator tamanho seja negativo quando uma bicicleta dessa é pequena!&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nN_JI0Pi878/TurIEfynm1I/AAAAAAAAAO8/pTKoP468YZM/s1600/arquivo_20110818103516.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="http://3.bp.blogspot.com/-nN_JI0Pi878/TurIEfynm1I/AAAAAAAAAO8/pTKoP468YZM/s640/arquivo_20110818103516.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Caloi Urbe, "bicicleta pequena". Não acho que uma Caloi Barra Forte dobrável seria muito útil.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bicicletas dobráveis são charmosas e muito úteis. O estranhamento a princípio é com a &lt;b&gt;direção&lt;/b&gt;, um tanto diferente e aparentemente instável, devido ao comprimento. Quanto mais alto o guidão for ajustado, mais haverá essa sensação, e é por esse motivo que mantenho meu guidão numa altura mais baixa, que me condiciona mais a uma postura de&amp;nbsp;&lt;b&gt;MTB&lt;/b&gt; do que de&amp;nbsp;&lt;b&gt;conforto&lt;/b&gt;. Há também a diferença no rendimento da pedalada por conta do aro de 20 polegadas, contra o padrão adulto de 26. Todo esse estranhamento é passageiro, a menos que você alterne com frequência o uso de uma dobrável com o de um modelo mais convencional. Após um período longo utilizando apenas a City, estranhei ao pedalar minha MTB, pois, inversamente, sua direção me parecia muito lenta na resposta. A altura do selim (a.k.a. banco) também pode ser um problema para os mais altos, pois os canotes, mesmo que bem longos, tem um limite de inserção (tracejado no metal) que precisa ser excedido para uma altura adequada para pessoas a partir dos 1,75m. Já que vai se exceder este limite, o importante é que o final do canote seja inserido abaixo da solda do quadro.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Logo acima, reforcei o "voltou" quando me referi à Caloi no mercado de bikes dobráveis. Considero importante este esclarecimento, pois tenho observado uma série de notas, notícias e até &lt;i&gt;reviews&lt;/i&gt; da Urbe como a "primeira bicicleta dobrável da Caloi", um equívoco histórico, levando-se em conta o simpático trambolhinho chamado &lt;b&gt;Berlineta&lt;/b&gt; - esta, sim, a primeira dobrável da Caloi, de 1967.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Ch8tHg_HH0Q/TurLUUeEdQI/AAAAAAAAAPE/itOuNUDUzfw/s1600/Caloi+Berlineta+Dobr%25C3%25A1vel+Aro+20.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-Ch8tHg_HH0Q/TurLUUeEdQI/AAAAAAAAAPE/itOuNUDUzfw/s400/Caloi+Berlineta+Dobr%25C3%25A1vel+Aro+20.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Caloi Berlineta. Esta, sim, de FERRO.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Vejo as bicicletas dobráveis como complementares, tal qual um netbook geralmente é complementar a um desktop ou a um notebook. É muito viável, no entanto, ter uma dobrável como bicicleta principal, seja para o lazer quanto para o transporte funcional diário. Já enfrentei a hora do &lt;i&gt;rush&lt;/i&gt; do centro de São Paulo a Ermelino Matarazzo (Zona Leste) com a City, que se comportou bem, apesar do menor rendimento; a vantagem principal ficou por conta de sua menor largura, que facilita a passagem entre veículos automotores - também tenho a impressão de que, pelo visual exótico e delicado das dobráveis, estas também chamem mais atenção no trânsito, tornando os motoristas mais cuidadosos. Os itens de série de qualquer dobrável, bagageiro e para-lamas, são uma vantagem adicional, principalmente no que se refere a evitar a nhaca das ruas em dias de pista molhada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sLljgxqfJzY/TurR5Vp67qI/AAAAAAAAAPM/F1gPo4TpRTw/s1600/ivbondecuritiba11+%25287%2529.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-sLljgxqfJzY/TurR5Vp67qI/AAAAAAAAAPM/F1gPo4TpRTw/s400/ivbondecuritiba11+%25287%2529.JPG" width="372" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quanto à manutenção e &lt;i&gt;upgrades&lt;/i&gt;, dobráveis os exigem tanto quanto qualquer outra bicicleta. No caso da City, troquei apenas os manetes de plástico por alumínio, por questão de segurança - manetes de plástico são intoleráveis. Também fiz uma substituição supostamente involutiva: tirei os pedais dobráveis originais e coloquei um par de pedais de plástico comuns que estavam sobrando de minha MTB. Não conheço pedais dobráveis superiores, mas os da City, certamente básicos, eram horríveis devido a um jogo (grosso modo, folga entre peças que resulta num efeito de "chacoalhar") interno impossível de eliminar, que ocasionava em bizarrices como o pedal girar sob o meu pé nas subidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quando a bicicleta deixa de lhe carregar e passa a ser carregada por você, a praticidade também deve ser levada em conta. Dobráveis em aço carbono, devido ao maior peso deste material, não devem ser carregadas por muito tempo, com o risco de dores nas costas e nos braços, tanto por conta do peso em si quanto da falta de jeito e formas de se carregar uma dobrável. A "dobrabilidade" vai variar de um modelo a outro, evidentemente influenciando o preço. A City é um verdadeiro trambolhão quando dobrada, se for para ser carregada no braço.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Rvc399cSSl0/TurT70IQblI/AAAAAAAAAPU/NeQMztEtcCQ/s1600/ivbondecuritiba11+%25288%2529.JPG" imageanchor="1"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://3.bp.blogspot.com/-Rvc399cSSl0/TurT70IQblI/AAAAAAAAAPU/NeQMztEtcCQ/s640/ivbondecuritiba11+%25288%2529.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assisti a um &lt;i&gt;review&lt;/i&gt; da Urbe no YouTube cujo avaliador levava esta bicicleta no Metrô, dobrada, afirmando que, nessa condição, esse tipo de bike pode ser levada em qualquer horário no Metrô, diferentemente da regra normal (permite bicicletas apenas após as 20h30 de segunda a sexta, a partir das 14h de sábado e o dia inteiro em domingos e feriados). Não é verdade. Ou o horário era muito tranquilo e o metroviário no bloqueio não se importou (eu mesmo já passei numa estação com a bicicleta dobrada, sem pedir) ou o funcionário deu mole. A regra do Metrô de São Paulo é que &lt;b&gt;a bicicleta dobrada deve estar embalada&lt;/b&gt;. Na falta de uma bolsa para transporte (cara, em torno de R$ 200, que não acompanha as Blitz - ponto para a Urbe, cuja bolsa a acompanha), quando tenho que fazer isso, utilizo uma capa para bicicleta que comprei e nunca uso (porque, bem... meu gato gostou de brincar com a capa e perigava de derrubar a bicicleta a qual cobria).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O rumo inexorável à mobilidade, à sustentabilidade e à intermodalidade, no qual a bicicleta ganha cada vez mais destaque, só tende a popularizar as bicicletas dobráveis nos meios urbanos (só espero que não se popularizem muito também no gosto dos ladrões e vagabundos diversos). Por enquanto, é bem legal a sensação &lt;i&gt;hype&lt;/i&gt; de se utilizar uma dessas. Totalmente recomendáveis, superiores a muitos modelos aro 26" tradicionais, para quem deseja ingressar na gratificante e promissora rotina da bicicleta como meio de transporte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-2244775845585466975?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/2244775845585466975/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=2244775845585466975&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/2244775845585466975'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/2244775845585466975'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2011/12/as-pequenas-notaveis-bicicletas.html' title='As pequenas notáveis bikes dobráveis'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-gFtd8j_ja8E/TurCMrbnzCI/AAAAAAAAAO0/Bzm4r32vqRg/s72-c/7f773fa239dc6cd39194be5815eb295c.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-4881993625238093978</id><published>2011-12-10T20:36:00.001-08:00</published><updated>2011-12-10T21:07:09.826-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='atualização'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Jornalemes'/><title type='text'>Mudanças no blog</title><content type='html'>Ignorando lindamente o fato de este blog estar há um ano e meio sem atualizações, venho anunciar atualizações... em seu endereço e nome. O blog passará a se chamar &lt;b&gt;Jornalemes&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No arquivo encontra-se, no &lt;a href="http://jornalemes.blogspot.com/2009/12/ruder-aus-der-hand-apresentacao.html"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #674ea7;"&gt;segundo texto aqui publicado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;, a apresentação do blog, bem como de seu nome original, &lt;b&gt;Ruder aus der Hand&lt;/b&gt;. Como recordo no referido texto, Jornalemes era o nome de um antigo e perdido blog meu, dos idos de 2005, nome que cogitei resgatar antes de optar por Ruder aus der Hand.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, além de dispensar o nome germânico do blog ("leme à mão" é o significado) e readotar Jornalemes, também assinarei como Bruno Lemes, e não mais como Bruno Ruder. Dessa forma, perdia-se o sentido do endereço (brunoruder.blogspot.com), que então passa a ser, também, jornalemes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia do blog continua a mesma que o nome Ruder aus der Hand simbolizava. Já a prática eu espero que seja diferente — o que significa ser realmente utilizado. RISOS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-4881993625238093978?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/4881993625238093978/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=4881993625238093978&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4881993625238093978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4881993625238093978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2011/12/mudancas-no-blog.html' title='Mudanças no blog'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-6133310661746251081</id><published>2010-07-08T10:06:00.000-07:00</published><updated>2011-12-16T20:42:25.293-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='resenha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='economizar dinheiro'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='comics'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HQ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='quadrinhos'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Homem-Aranha'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='review'/><title type='text'>Review: A Teia do Homem-Aranha #1</title><content type='html'>&lt;div&gt;Título novo e bimestral da Panini Comics, &lt;i&gt;A Teia do Homem-Aranha&lt;/i&gt; contém histórias diversas relacionadas ao universo do aracnídeo. Em junho, foi lançada sua primeira edição, contendo sete histórias, resenhadas abaixo. Concluo com uma avaliação geral do título.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_Aq1or3c7QgE/TDYq3UvLALI/AAAAAAAAAJM/BGHa8Iw6q2M/s1600/image_gallery.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5491623925572632754" src="http://1.bp.blogspot.com/_Aq1or3c7QgE/TDYq3UvLALI/AAAAAAAAAJM/BGHa8Iw6q2M/s400/image_gallery.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; display: block; height: 383px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 250px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;O Medo e o Sr. Parker &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;Spider-Man: Fear Itself #1&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;História simplória com os rasos "ensinamentos" típicos das histórias do Aranha de ultimamente. Novamente, é a importância da tia May na vida de Peter que o salva, pois o Homem-Coisa só o "ajuda" a se livrar da mutação vegetal que ele próprio causa, ao tocar o Homem-Aranha durante um confronto na Flórida, quando o herói sente, e encara, seu medo — e o medo de Peter é... Deixar a tia May voltar do Projeto F.E.S.T.A. (centro comunitário onde ela atua como voluntária) sozinha tarde da noite. #facepalm&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma vez, usam e abusam do lugar-comum "tia May é minha vida" nas histórias do Homem-Aranha. Eu, que sou leitor desde os anos 90 (com um considerável hiato de oito anos, a bem dizer), já estou há muito tempo enfastiado dessa ladainha, fonte onde praticamente todos os roteiristas que trabalham com o Homem-Aranha vão beber — imagino, pois, como deve ser para leitores ainda mais antigos que concordam que a personagem já deveria ter empacotado numa das muitas vezes em que foi... e voltou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;s&gt;&lt;br /&gt;&lt;/s&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Aqueles que Nunca Voltam&lt;/b&gt; &lt;s&gt;(o que não é o caso da tia May)&lt;/s&gt; (&lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family #2&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que era a vida &lt;i&gt;mainstream&lt;/i&gt; do Homem-Aranha tornou-se agora realidade alternativa, sobre a qual os roteiristas podem criar histórias despretensiosas: Peter e Mary Jane casados. Mais ainda, com uma filha ainda bebê, May, na qual, na verdade, a Marvel deu um sumiço na realidade &lt;i&gt;mainstream &lt;/i&gt;há muito tempo, ao fim da Saga do Clone nos anos 90. Nessa realidade alternativa, tia May já é falecida — outra coisa que já deveria ter acontecido, e, afinal, já aconteceu umas tantas vezes, mas o editor sempre resolve que era pegadinha do Mallandro e ela volta com desculpas cada vez mais esfarrapadas, variando de atrizes-dublês a barganhas com o demo, mais recentemente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma história fraca sobre como &lt;i&gt;seria&lt;/i&gt; a vida de pai/herói de Peter, a partir de uma reflexão que MJ tem ao presenciar a execução da esposa de um assistente da promotoria pública, casal que também tinha uma neném, agora órfã de mãe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;O Soco &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family #3&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A história se passa no início da carreira do Homem-Aranha, pouco tempo depois do falecimento de seu tio, Ben. Tem a ver com Peter descobrindo a potência de sua força proporcional de aranha e sua responsabilidade sobre ela, seja contra bandidos comuns ou contra o &lt;i&gt;bully&lt;/i&gt; Flash Thompson, quando em sua identidade civil. Enfim, apenas um conto em qualquer parte do tempo na vida do Homem-Aranha, que é a pegada da série &lt;i&gt;ASMF&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Ponte e Túnel &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family #3&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;História bem curta, apenas um encontro inusitado do Aranha com um bandido comum já conhecido dele e uma certa empatia bairrista no final. Não estando no contexto, não vejo graça em comparações e piadinhas envolvendo bairros de Nova Iorque.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Uma Questão de Confiança&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family #4&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Explora a "volta" de Harry Osborn à vida, num momento anterior ao seu retorno triunfal &lt;span class="Apple-style-span" style="color: #cccccc;"&gt;NOT&lt;/span&gt; no arco Um Novo Dia (&lt;i&gt;Brand New Day&lt;/i&gt;), em que ele visita Peter momentos após de este ficar sabendo, pela manchete do Clarim Diário, que Harry estava de volta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O de sempre e típico na série &lt;i&gt;ASMF&lt;/i&gt;: &lt;i&gt;flashbacks&lt;/i&gt;, relações humanas entre os personagens do contexto do Homem-Aranha... São muitas dúvidas de Peter com relação à veracidade do retorno de Harry, após dezenas de pegadinhas do Mallandro perpetradas por Norman Osborn através dos anos, e um voto de confiança, enfim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;Espetacular Homem que Anda a Pé &lt;/b&gt;(&lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family #4&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra história breve sobre Peter num dia em que teve de ajudar de certa forma a população, mas em traje civil, pois não queria chegar suado à entrevista de emprego dali a pouco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;O Breve Dia das Bruxas&lt;/b&gt; (&lt;i&gt;Spider-Man: the Short Halloween #1&lt;/i&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dois comediantes famosos dos EUA escrevem esta história, portanto não faltam personagens que fazem referência ao contexto deles. Talvez seja mais interessante para o público estadunidense ou para o pessoal que acompanhe o trabalho deles via TV a cabo. É mais uma história que brinca com a troca, e confusão consequente disso, entre o verdadeiro Homem-Aranha e um sujeito comum fantasiado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;---&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Visto que o Homem-Aranha é o maior caça-níquel da Marvel Comics, enxurradas de histórias &lt;i&gt;one-shot&lt;/i&gt;, séries e minisséries são publicadas nos EUA. A nova edição brasileira é uma boa forma de contemplar tudo isso e, &lt;b&gt;principalmente&lt;/b&gt;, desafogar o título principal, &lt;i&gt;Homem-Aranha&lt;/i&gt;, de porcarias como a série &lt;i&gt;Amazing Spider-Man Family&lt;/i&gt;. Nisso, cumpre bem o seu papel. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Será um título, porém, com pouco apelo colecionável, mais direcionado para quem gosta de &lt;i&gt;qualquer&lt;/i&gt; história envolvendo o Homem-Aranha. Há, sem dúvida, muito mais coisas interessantes e importantes para se ler e para se inve$tir nas Histórias em Quadrinhos, ainda mais com o amadurecimento gradual da linha Panini Books (sobre a qual falarei em outra oportunidade), dentre outras editoras, no mercado editorial nacional. Às vezes, porém, imagino que a revista fará as vezes de uma &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Marvel_Apresenta"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #6600cc;"&gt;Marvel Apresenta&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; própria do Aranha, onde um &lt;i&gt;spin-off&lt;/i&gt; aracnídeo importante possa ser publicado numa edição só.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-6133310661746251081?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/6133310661746251081/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=6133310661746251081&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6133310661746251081'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6133310661746251081'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/07/resenha-teia-do-homem-aranha-1.html' title='Review: A Teia do Homem-Aranha #1'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Aq1or3c7QgE/TDYq3UvLALI/AAAAAAAAAJM/BGHa8Iw6q2M/s72-c/image_gallery.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-6449934440677058428</id><published>2010-07-07T09:05:00.000-07:00</published><updated>2010-07-07T09:49:08.365-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='HQ'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='blogs'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='conceito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='nota'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='desatualização'/><title type='text'>Pequena nota sobre desatualização</title><content type='html'>A rigor, "pequena nota" é algo redundante, já que, por definição, notas estão para ser breves — exceção feita é claro a autores clássicos da filosofia que ocupam parcela maior de algumas páginas com notas do que com o próprio texto; alívio para alguns, entusiastas da técnica &lt;i&gt;steviewondering &lt;/i&gt;para notas de rodapé, que acabam por terminar rapidamente a leitura daquela página e seguir adiante na leitura &lt;s&gt;enfadonha&lt;/s&gt; densa.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entretanto, sinto em "pequena nota" a mesma função de escusa do vendedor ambulante de ônibus que introduz "Primeiramente boa tarde a todos desculpa tá incomodando a viagem de vocês mas esse é o meu trabalho" antes da oferta de seu produto. Ou seja, garanto que minha nota será uma nota, não um texto, serei breve. "Pequena nota".&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O que já não cumpri com essa introdução explicativa, MAZEM FIM. É minha primeira vez.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Pequena nota sobre desatualização &lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;(aí sim, fomos surpreendidos novamente)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Realmente, os anos passam e eu não consigo ser disciplinado com a atualização de um blog. Retornei a blogar em dezembro último, e meu último texto data do... final de janeiro. Hoje senti vergonha ao olhar para meu blog e constatar que meu último texto foi sobre o #lingerieday ocorrido em janeiro, quando o próximo está às vésperas de acontecer, agora em julho!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Talvez seja uma situação cômoda pelo número ainda inexistente de leitores assíduos; talvez seja também comodismo porque é mais rápido e prático dar pitacos de 140 caracteres no Twitter (antes do advento do microblogging, acredito que o papel dos pitacos era cumprido pelo MSN); talvez seja uma inibição, mesmo que subconsciente, frente às patrulhas intelectuais e ideológicas diversas que rondam as interwebs. Talvez "talvez" seja um recurso retórico para expor de forma indireta que se trata de tudo isso. E mais um pouco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muitos temas já me passaram pela cabeça desde então, mas por esse mau hábito de não sentar e escrever, acabei não expondo minhas opiniões, e o &lt;i&gt;timing&lt;/i&gt; acaba se perdendo. Decidi, pois, fazer jus à identidade do blog, imbuída em seu nome, &lt;i&gt;Ruder aus der Hand&lt;/i&gt; (leme à mão, sem trocadilho com mastros, é bom pedir), de direcionar os assuntos conforme meu interesse e conhecimento, mas principalmente pelo primeiro, sem medo de &lt;s&gt;ser feliz&lt;/s&gt; cometer n00bagens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vendo que essa nota já não é pequena, encerro já, apenas adiantando que meu próximo post, a ser publicado em breve, será um modesto &lt;i&gt;review&lt;/i&gt; de HQ, tema sobre o qual nunca escrevi fora de comunidades específicas do orkut e que, lembro, um amigo vez ou outra diz que eu deveria escrever.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); "&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-6449934440677058428?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/6449934440677058428/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=6449934440677058428&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6449934440677058428'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6449934440677058428'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/07/pequena-nota-sobre-desatualizacao.html' title='Pequena nota sobre desatualização'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-9106482508866701423</id><published>2010-01-28T18:52:00.000-08:00</published><updated>2010-01-31T15:24:33.718-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='machismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='sujeito'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='feminismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='#lingerieday'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='coitadismo'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Twitter'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='objeto'/><title type='text'>Considerações sobre o #lingerieday</title><content type='html'>&lt;div&gt;As meninës que participaram do &lt;b&gt;#lingerieday&lt;/b&gt; foram objetos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Objetos da sanha ideológica de determinadas feministas; de sua argumentação pretensamente libertária, que muito me parece mais uma expressão do &lt;b&gt;coitadismo&lt;/b&gt; — doutrina dos que vêm ao socorro de coitados sem ser convidados; definição essa, de "coitado", feita geralmente pelos próprios coitadistas, por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O #lingerieday é um &lt;i&gt;flash mob&lt;/i&gt; (algo como mobilização relâmpago) virtual já realizado no Twitter duas vezes — a primeira em julho de 2009 e a segunda ontem, dia 27 de janeiro. A ideia, bolada por um punhado de camaradas tuiteiros encabeçados por &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://twitter.com/gravz"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;@gravz&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; consistia em que, em determinado dia, as mulheres usuárias do Twitter pusessem na imagem de seu avatar uma foto sua trajando &lt;i&gt;lingerie&lt;/i&gt;, ou mesmo roupas íntimas mais usuais. Eu sequer estava no Twitter no primeiro #lingerieday, mas sei que a ideia acabou pegando, até acima da expectativa de seus idealizadores; muitas mulheres, afinal, participaram da brincadeira mesmo por fora do Twitter, por questão de maior privacidade, de não possuir um Twitter, etc.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vieram as críticas. Cyntia Semíramis dissertou sobre a &lt;a href="http://cynthiasemiramis.org/?p=1108"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;&lt;b&gt;objetificação das mulheres&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que o #lingerieday representava, enquanto Ana Carolina Moreno afirmou que o evento não é coisa de outro mundo, mas do nosso mundo mesmo, &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.trezentos.blog.br/?p=2308"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;um mundo onde as mulheres não são livres&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Por exemplo.&lt;span class="Apple-style-span"   style="  color: rgb(255, 255, 255); line-height: 14px; text-transform: uppercase; font-family:Verdana, Arial, Sans;font-size:10px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O argumento elementar reside em uma suposta relação opressor-oprimido marcada entre, de um lado, os homens que bolaram o evento virtual, e do outro, as mulheres usuárias do Twitter. Eles mandavam, elas obedeciam, nesses termos. Eles a tratavam como objetos, determinando momento, circunstância e grau em que elas, amigas e seguidoras mulheres, deveriam exibir sua sensualidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu sinceramente não sei como esse delírio &lt;i&gt;maledom&lt;/i&gt; (dominação masculina) pôde ser concebido. Esperar que mulheres que usam o Twitter estejam se sentindo forçadas, mandadas, coagidas a expor-se sensualmente em seu avatar é esperar delas a fragilidade e submissão feminina de séculos passados (com controvérsias, diga-se; afinal, quando Nietzsche disse &lt;i&gt;"Vais ter com uma mulher? Não te esqueças do chicote!",&lt;/i&gt; omitiu apenas sobre nas mãos de &lt;i&gt;quem&lt;/i&gt; ficaria o chicote, que o diga &lt;b&gt;&lt;a href="http://chebel.files.wordpress.com/2009/04/402px-nietzsche_paul-ree_lou-von-salome188.jpg"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;Lou Salomé&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;). E mais, coagidas por humildes blogueiros! Ainda que com certa fama virtual, tratam-se apenas de homens de padrão médio, com barriga, com humor, típicos de qualquer homem heterossexual comum.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma vez, a visão de mundo de tolos ideológicos trespassa a própria realidade das coisas e a distorce de forma a satisfazer seus sentimentos e ideias, como até mesmo o Vitor Fasano &lt;i&gt;fake&lt;/i&gt; foi capaz de filosofar &lt;a href="http://twitter.com/vitorfasano/status/7532508906"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;no Twitter dele&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;. A distorção não é só da realidade, mas também de conceitos, como apontado por Flavio Morgenstern em &lt;b&gt;&lt;a href="http://flaviomorgen.blogspot.com/2010/01/seria-o-lingerieday-uma-objetificacao.html"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;sua avaliação das críticas ao #lingerieday&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;, que também não entendeu como uma pessoa subjugada como &lt;i&gt;objeto&lt;/i&gt; pode sê-lo mesmo que agindo com &lt;i&gt;autonomia&lt;/i&gt;. Todos nós brasileiros aprendemos em nossas aulas de grego na 4ª série que autonomia significa gestão própria, e em algum momento algum grego já deve ter parado para explicar longamente que um objeto não tem gestão própria. De todo modo, ficou a dica, valeu &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Arist%C3%B3teles"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;Ari&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O cenário que vejo, em minha modesta posição de usuário não-famoso do Twitter e apreciador de belos seios (fatalmente um entusiasta do #lingerieday, portanto) é este: homens de certa influência no Twitter e na blogosfera (esta ocasionando aquela, geralmente) propõem uma brinks para as mulheres. Parte de suas amigas e seguidoras (em jargão tuiteriano, pelamor!!) topam, outras não, mesmo achando divertida a mobilização. Algumas acabam entrando na onda. Mas, enfim, o resultado que se tem são mulheres mostrando-se em trajes mais sensuais, ora mais convencionais, ora mais ousados, em fotos simples de webcum (digo, webcam) em frente ao computador ou fotos em poses mais elaboradas e provocativas. Não se observa o retrocesso da emancipação feminina aí em momento algum, e devo dizer, &lt;b&gt;muito pelo contrário&lt;/b&gt;. Nem eu nem qualquer homem que não uma besta quadrada pensamos que são todas umas vagaranhas, satisfazendo os nossos prazeres em mão-única (!), como deve ser. TRAGA MINHA CERVEJA, MULHER! *peida*&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;São &lt;b&gt;sujeitos&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;sujeitos&lt;/b&gt; interagindo na internerd. É uma ideia que deu certo e repercutiu mais que o esperado. São mulheres livres e homens livres &lt;i&gt;gozando&lt;/i&gt; da interatividade propiciada por um site de relacionamentos. A ideologia retrógada (essa sim) que &lt;i&gt;impõe&lt;/i&gt; necessariamente uma relação de opressor e oprimido (cabendo na minha série "falácias do oprimido") vem colocar as mulheres em situação de vítimas do machismo, quando "machismo" aí é na verdade a simples apreciação virtual do corpo feminino, feita sem vulgaridade, mas sim com muito humor e reverência. Se isto fosse o machismo definido, a hipocrisia imperaria no feminismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-9106482508866701423?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/9106482508866701423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=9106482508866701423&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/9106482508866701423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/9106482508866701423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/01/consideracoes-sobre-o-lingerieday.html' title='Considerações sobre o #lingerieday'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-6407915800358700383</id><published>2010-01-22T18:05:00.000-08:00</published><updated>2010-01-22T18:24:23.609-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='psicanálise'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='paródia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Freud'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='cu'/><title type='text'>Freud sobre o cu</title><content type='html'>&lt;em&gt;(Publicado originalmente em &lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=2944897&amp;amp;tid=2496065173729165082"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;Marx de cu é Hegel&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;Estava eu a ler um texto xerocado de Freud — &lt;/span&gt;O mal-estar na civilização&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt; — de uma disciplina geral chulé do 1º ano da faculdade. Lendo com pressa (tamanho o interesse), e não sendo a fotocópia da melhor qualidade, passei por um "eu" que tinha o "e" meio apagado e acabei por ler "cu", resultando na frase: &lt;/span&gt;"Normalmente, não há nada de que possamos estar mais certos do que do sentimento do nosso cu, do nosso próprio ego".&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt; Sorri e pensei, realmente não seria nada de anormal um caboclo com a fama do Freud usar-se desses termos em seus textos; e resolvi na brincadeira acrescentar um "r" imaginário a cada "ego" que me deparasse no decorrer da leitura, lendo "rego". O resto do parágrafo acabou por curiosamente virar um sofisticado tratado sobre sodomia; talvez uma contribuição freudiana acerca a fase anal &lt;/span&gt;adulta&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;"Normalmente, não há nada de que possamos estar mais certos do que do sentimento de nosso cu, do nosso próprio &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego. O &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego nos aparece como algo autônomo e unitário, distintamente demarcado de tudo o mais. Ser essa aparência enganadora — apesar de que, pelo contrário, o &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego seja continuado para dentro [!], sem qualquer delimitação nítida, por uma entidade mental inconsciente que designamos como id, à qual o &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego serve como uma espécie de fachada —, configurou uma descoberta efetuada pela primeira vez através da pesquisa psicanalítica, que, de resto, ainda deve ter muito mais a nos dizer sobre o relacionamento do &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego com o id. No sentido exterior, porém, o &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego de qualquer modo, parece manter linhas de demarcação bem claras e nítidas [pregas].&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;Há somente um estado [homossexualidade] — indiscutivelmente fora do comum, embora não possa ser estigmatizado como patológico — em que ele não se apresenta assim. No auge do sentimento de amor, a fronteira entre &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego e objeto ameaça desaparecer [alguém está querendo dar o redondo]. Contra todas as provas de seus sentidos, um homem que se ache enamorado declara que 'eu' e 'tu' são um só [encaixaram-se]. (...) A patologia nos familiarizou com grande número de estados em que as linhas fronteiriças entre o &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego e o mundo externo se tornam incertas, ou nos quais, na realidade, elas se acham incorretamente traçadas. Há casos em que partes do próprio corpo de uma pessoa (...) lhe parecem estranhas e como não pertencentes a seu &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego; há outros casos em que a pessoa atribui ao mundo externo coisas que claramente se originam em seu próprio &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego [achar tudo uma merda] e que por este deveriam ser reconhecidas. Assim, até mesmo o sentimento de nosso próprio &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego está sujeito a distúrbios [viadagem], e as fronteiras do &lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#CCCCCC;"&gt;r&lt;/span&gt;ego não são permanentes [foram-se as pregas]."&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-style: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-6407915800358700383?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/6407915800358700383/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=6407915800358700383&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6407915800358700383'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/6407915800358700383'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/01/freud-sobre-o-cu.html' title='Freud sobre o cu'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-4842874939469912747</id><published>2010-01-18T22:22:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T01:18:07.707-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='puta'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='viado'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='BBB'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='recortes sociais'/><title type='text'>Nem piranha, nem santa</title><content type='html'>Começou há uma semana a décima edição do &lt;b&gt;Big Brother Brasil&lt;/b&gt;. Há algumas edições, não sei dizer quais, venho ignorando o programa. Ignorando efetivamente, sem ceder àquelas espiadinhas (BIAL, 2002) na TV da cozinha, onde alguém fatalmente assiste.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No entanto, assim que foi lançada a lista de participantes desta edição eu fiz questão de acompanhar. Sem motivo aparente. Talvez por ser a *décima* edição, talvez pela expectativa dos twitteiros e twitteiras que me contagiou. De qualquer forma, terça-feira passada lá estávamos para receber a galerë.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sempre que se fala sobre a representatividade dos (em torno de) 15 participantes com relação ao povo brasileiro dá merda; quero dizer, uma discussão onde qualquer um — sejam os críticos, os críticos da crítica ou aqueles em cima do muro — fala bobagem. Por sorte não me deparei com nada do tipo a respeito dessa edição do BBB na internet; porém, a participante Angélica fez o desfavor (sic) de, na primeira rodinha de conversa dos &lt;i&gt;brothers,&lt;/i&gt; levantar a velha discussão (já tem dez anos) da representação do negro no programa — nesta edição tem-se apenas um, Uillian (sic), enquanto, diz nossa socióloga diletante, 50% da população brasileira é negra. Evidentemente não se espera que Angélica saiba que pela estatística oficial a classificação "negro" é uma soma de pretos e pardos, que juntos somam metade da população. A propósito, Uillian é pardo, não preto. Mas sim, estatisticamente, negro, dessa forma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Idosos, negros, gordinhos (dentre outros padrões estéticos mais comuns), homossexuais; todo ano é o mesmo questionamento quanto a presença desses diferentes públicos minoritários na atração da Globo. No decorrer dos anos, respondendo a tal "demanda", o BBB veio agregando diferentes segmentos sociais a suas edições. Mesmo nas edições que ignorei, eu observava que havia sempre um(a) coroa descolado(a) a interagir com a garotada sarada (nem todos). Este ano, entretanto, não temos nada disso, exceto a novidade da forte presença do público gay, não restrito àquele único homem que se revela homossexual no decorrer do programa, mas sim com três exemplares diferenciados — Sérgio, a bichinha propriamente dita, Dicesar, a biba madura e drag queen, e Angélica, a lésbica do tipo não-hominho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Algo que me impressionou e entusiasmou foi a seleção dos ocupantes da casa neste BBB. Vejo como correta essa menor vinculação da escolha dos participantes com a representação compulsória de recortes sociais (tradicionais, diga-se). A guetização não levará à inclusão do "oprimido", do "excluído", dentre outros termos estigmatizantes cristalizados entre os conservadores esquerdistas. Muito mais naturalmente, o desejo do público em geral foi melhor atendido nessa décima edição. O público, afinal, está interessado apenas em três recortes sociais: putas, viados e prostitutos, dispensando-se dizer como esses três recortes se encontram perfeitamente supridos nessa edição do programa. Antes da estreia, li um comentário em RT de uma twitteira que dizia algo como &lt;i&gt;"meu, já vi que só tem puta e viado nesse bbb... vai ser mara!!!!"&lt;/i&gt;. Ri litros, concordando plenamente. Também lembro do comentário de uma conhecida minha, &lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;&lt;a href="http://twitter.com/cerejavermelha"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#6600CC;"&gt;@cerejavermelha&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#000000;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;dessa vez durante a própria estreia do programa: &lt;i&gt;"só ter vagaba no BBB é de praxe, mas antes elas se revelavam ao longo do programa".&lt;/i&gt; #euri&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Ainda estranho escrever novamente num blog. Assumo imediatamente tom de seriedade que acaba não combinando com meus dizeres sarcásticos que, aqui, não permeiam todo o texto, mas vêm em doses. Parece, por exemplo, que estou sendo ofensivo ao falar nos termos "putas, viados e prostitutos". Nada disso, caros leitores, isto é na verdade a expressão do meu humor livre da patrulha do politicamente correto e minha segurança como pessoa não intolerante e não preconceituosa que, por isso mesmo, sente a liberdade no bom uso de qualquer palavra  — pois, afinal, a violência não reside nas palavras, mas nas ideias, tal qual uma faca não é &lt;i&gt;a priori&lt;/i&gt; um instrumento para ferir)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Falando em tudo puta e tudo viado, comento por fim a declaração da &lt;i&gt;sister&lt;/i&gt; Eliane, a &lt;i&gt;dançarina de balada&lt;/i&gt; (q q 6 ächão/), que, respondendo a alguma das perguntas iniciais do Bial, afirmou: "não sou piranha e não sou santa". Evidentemente, Nietzsche é aí revisitado. É o eterno rebolado, digo... o eterno retorno por excelência. O filósofo alemão proferira: "O homem é uma corda entre o animal e o super-homem". Da mesma forma, Eliane nos brinda com seu aforisma nietzscheano transcendido à pós-contemporaneidade do feminismo feminino: a mulher é uma corda entre a piranha e a santa. Ou entre a santa e a piranha, Lou Salomé resmungaria.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: rgb(255, 255, 255); "&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-4842874939469912747?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/4842874939469912747/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=4842874939469912747&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4842874939469912747'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4842874939469912747'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/01/nem-piranha-nem-santa.html' title='Nem piranha, nem santa'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-7692255207018189442</id><published>2010-01-09T17:06:00.000-08:00</published><updated>2012-01-02T17:25:37.262-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Nietzsche'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='filosofia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Zaratustra'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Girafales'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Chaves'/><title type='text'>Professor Girafales, um nietzscheano</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;em&gt;(Publicado originalmente em &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=2944897&amp;amp;tid=2524041149733781274"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;Marx de cu é Hegel&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista um simples professor do primário do ensino público mexicano, Professor Girafales não limita sua formação intelectual à pedagogia e às disciplinas elementares que leciona para as crianças. Após uma atenta e amadurecida releitura de algumas de suas passagens no seriado, nota-se a clara influência da filosofia nietzscheana nas ações, comportamento e aforismos do Prof. Bel. MSc. Dr. Girafales, mentor intelectual da vila. Para comprovar minhas afirmações, ofereço em seguida uma amostra de citações com breves comentários explicativos, que evidenciam sua condição de leitor assíduo do alemão Friedrich Nietzsche.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Suponhamos que a cabeça de Seu Madruga seja a Terra. Pois bem, eu sou o Sol!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Óbvia referência a Zaratustra e a forma como este encarava a si próprio. O Professor (tal qual Zaratustra) é o Sol que ilumina e fomenta as mentes obscurecidas da humanidade (a cabeça de Seu Madruga, que representa a Terra, portanto toda a espécie humana).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Esta representação teatral foi montada e dirigida pelo Seu Madruga. Mas, por favor, não caçoeis dele. Talvez a vós o trabalho dele pareça tolo, inútil, comum, vulgar — sim, concordo! Mas é que deveis levar em conta que se trata de um indivíduo sem nenhum preparo..! De um pobre diabo que nem sequer concluiu o primário! De um pobre infeliz que mal aprendeu a ler e a escrever. De um reles... De um joão-ninguém!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Professor Girafales possui ares aristocráticos (na melhor linha do comer sardinha e arrotar caviar), e sua posição meritocrata não o permite tolerar a equiparação dele, que estudou por tantos anos para estar onde está e tornar-se o que é, com alguém "que nem sequer concluiu o primário"&amp;nbsp;—&amp;nbsp;pois sabemos que Seu Madruga era, muito pelo contrário do que o Professor insinua na passagem anterior (sobre a cabeça de Seu Madruga representar a Terra), dono de uma das mentes mais brilhantes de todo o seriado (cf. LEMES, Bruno. &lt;a href="http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=2944897&amp;amp;tid=16587638"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;Seu Madruga, um filósofo das bases&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. São Paulo: Marx de cu é Hegel, 2005). Percebe-se aí um comportamento similar ao do filósofo Nietzsche, que forjou rivalidade e arrumou pelejas tanto com contemporâneos quanto com pensadores mortos, e adorava meter o bedelho arriscando umas críticas de música e artes em geral (no caso da Festa da Boa Vizinhança acima mencionada, podemos aludir Girafales a Nietzsche e Seu Madruga, o artista, a Wagner).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"O senhor não gosta de falar de coisas boas?" (D. Florinda)&lt;br /&gt;"Não! Não gosto de falar sobre mim mesmo! Falemos da senhora—&amp;nbsp;o que achas, o que sentes, o que pensas... de mim!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Observa-se aqui a subjugação da mulher, e o eterno retorno (por mais que se desviem, seus diálogos deverão cíclica e eternamente retornar ao próprio Professor) combinado ao egocentrismo total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Jamais me enganei em toda a minha vida. Aliás, só me enganei uma única vez—&amp;nbsp;quando pensei estar enganado."&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Auto-explicativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Ora, velho é o espírito!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Isto foi uma resposta a Dona Florinda, que dizia já se achar velha e rabugenta demais para, por exemplo, apreciar a barulhenta música das crianças ao ar livre. Professor Girafales, com base em Nietzsche, refuta o dogma cristão da eternidade do espírito, e a estimula, portanto, a aproveitar e gozar as coisas deste mundo (como o som anárquico de uma banda infantil, ou uma trepada após um cafezinho filosófico), ignorando qualquer determinação cronológica, deteriorações biológicas ou discriminações etárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Querei tomar vossos livros entre as mãos. Agora, escutai-me com atenção! Enquanto vós tiverdes o livro nas mãos [ergue um volume de Ecce Homo], sereis gente de bem! Nunca abandoneis os livros! Enquanto vós tiverdes o livro nas mãos, sereis pessoas honradas, sereis gente de bem! Em outras palavras, enquanto tiverdes o livro nas mãos, sereis como eu!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;Aqui o Professor prega exaltadamente, à massa, a filosofia nietzscheana. Que o leiam, que o compreendam, que o assumam, que sejam "pessoas de bem"—&amp;nbsp;no sentido de serem puros, movidos unicamente à direção daquilo que o ser humano deve ser: livre, poderoso, auto-suficiente, terreno! Que conquistem a superioridade que ele próprio, Girafales, alcançou ao aceitar Nietzsche no coração! Mas, infelizmente, como visto na seqüência, o populacho não está preparado para tal façanha (ato este representado pela reação das crianças em atirar os livros ao chão), tal avanço, e, em detrimento da evolução, preferem largar, negar, recusar toda a sabedoria nietzscheana-girafaleana a progredir! Uma opção ignorante, um trajeto antinatural, portanto, ruim, mau.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;"Tá! Tá! Tá! Tá—&amp;nbsp;Tá!!"&lt;/div&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;div align="left"&gt;De como a gente filosofa com o martelo.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-7692255207018189442?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/7692255207018189442/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=7692255207018189442&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/7692255207018189442'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/7692255207018189442'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2010/01/professor-girafales-um-nietzscheano.html' title='Professor Girafales, um nietzscheano'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-5285486459962649635</id><published>2009-12-27T20:04:00.000-08:00</published><updated>2011-12-16T20:39:08.592-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='falácia'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='oprimido'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='senso comum'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Papai Noel'/><title type='text'>Falácias do oprimido: racismo em Papai Noel</title><content type='html'>Somos contra a discriminação e o preconceito — mas também não se deve aturar coisas idiotas. Como essa de "por que Papai Noel não ser negro *shora litros*".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queixar-se da cor da pele do Papai Noel é como quem reclama de nosso Dia das Bruxas ter bruxas (!) e vampiros, ao invés de mulas-sem-cabeça e caiporas. Aliás, neste último caso, até replico o porquê de não celebrarmos estes personagens: &lt;em&gt;'cause those guys ain't cool.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O personagem é originalmente nórdico. Nórdico! Que mal há em ser retratado como é, branco? Evidentemente, pode-se fazer versões customizadas, no caso, abrasileiradas — como Papai Noel negro ou mulato (pois não temos só bons velhinhos brancos) ou Papai Noel em trajes tropicais (pois não usamos uma roupa daquelas em dezembro). Mas Papai Noel &lt;em&gt;default&lt;/em&gt; tem a pele clara. Retratá-lo como negro é tão falso quanto as retratações europeias de Jesus branco, de cabelos e olhos claros. Ademais, tendo em vista que o personagem é &lt;strong&gt;importado&lt;/strong&gt;, que a &lt;em&gt;tradição&lt;/em&gt; é importada, a cor de sua pele é tão irrelevante quanto a roupa de frio que usa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Curemo-nos da síndrome de Michael Jackson.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-5285486459962649635?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/5285486459962649635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=5285486459962649635&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5285486459962649635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5285486459962649635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2009/12/falacias-do-oprimido-o-racismo-de.html' title='Falácias do oprimido: racismo em Papai Noel'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-5335873979800164547</id><published>2009-12-26T12:12:00.000-08:00</published><updated>2010-01-19T01:02:22.638-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='diálogos'/><title type='text'>Colóquios orkutianos e a construção dialética do conhecimento</title><content type='html'>Registros de um scrapbook suprimido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. Ruder:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;— O conhecimento pode por vezes trazer dor e pesar, mas a sabedoria jamais significará amargor. Se há sofrimento, há ignorância.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;H. Borges:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;— O conhecimento não lhe prepara para os arroubos do coração. Uma coisa, ao menos, é certa. Se há sofrimento, há mulher envolvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;H. Borges:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;— &lt;em&gt;The life spins round and round, comrade.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;B. Ruder:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;— &lt;em&gt;So shall we drink and see the world more realistically, tovarish!&lt;/em&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-5335873979800164547?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/5335873979800164547/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=5335873979800164547&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5335873979800164547'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/5335873979800164547'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2009/12/coloquios-orkutianos-e-construcao.html' title='Colóquios orkutianos e a construção dialética do conhecimento'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-8402053904860731989</id><published>2009-12-25T07:11:00.000-08:00</published><updated>2011-12-10T20:52:06.005-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='leme'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Ruder aus der Hand'/><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Wille zur Macht'/><title type='text'>Ruder aus der Hand: Apresentação</title><content type='html'>Então é Natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o breve prelúdio natalino postado anteriormente, venho apresentar este meu novo blog, &lt;strong&gt;Ruder aus der Hand&lt;/strong&gt; (futuramente, para facilitar, apenas &lt;strong&gt;RADH&lt;/strong&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos anos estou sem um espaço ativo para publicar textos de minha autoria. Entre 2004 e 2005, mantive meu blog &lt;strong&gt;Jornalemes&lt;/strong&gt; (da época em que vislumbrava graduar-me em Jornalismo) e uma coluna na revista eletrônica &lt;strong&gt;Metáphoras&lt;/strong&gt;. Não me recordo do momento exato em que desativei meu blog, nem do motivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ser sincero, desde 2006-2007 ensaio criar um novo blog. Nomes não faltavam, ideias para longos textos — e longos textos em si, publicados em comunidades pertinentes do orkut — também não; o que faltava era tempo para reproduzir um layout simples e prático como o do finado Jornalemes (que o Cyberespaço o tenha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia era chamar-se Wille zur Macht ("vontade de poder", conceito nietzscheano), inclusive seu endereço (a dificuldade que residiria em se gravar e digitar "willezurmacht" era proposital, aliás), ou mesmo Jornalemes, resgatando a antiga ideia. Apenas recentemente, havendo já pensado em adotar o nome artístico/internético Bruno Ruder, pensei num título em alemão que fizesse referência a meu sobrenome adotivo — traduzido, praticamente, já que "Ruder" significa "leme" ou seu plural "lemes", que é meu sobrenome verdadeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ruder, leme, tem no alemão tanto o significado literal do leme de barco ou navio quanto o figurado do poder, do comando; tal qual temos no português (com menor grau figurativo, no caso deste).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ruder aus der Hand&lt;/em&gt;, usado como título do blog, significa "leme à mão", e sua descrição é algo bem didático: "Aquele que detém o leme, deste modo, define o curso" (&lt;em&gt;Derjenige, der das Steuerruder hält, bestimmt damit den Kurs&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O endereço do blog com meu nome foi escolhido a partir da sugestão de &lt;a href="http://flaviomorgen.blogspot.com/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #674ea7;"&gt;Flavio Morgenstern&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;, companheiro (!) de sobrenome germanizado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dissertarei longamente sobre o sentido do título. Sua referência é ao poder individual como fundamento das mudanças no indivíduo e no coletivo, e ao comando que assumimos ou delegamos de nossas vidas e da vida social. Uma paráfrase da &lt;em&gt;Wille zur Macht&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando do layout, ele não está pronto. Tenho várias coisas a ajeitar nas tags, bugigangas a acoplar além do Twitter (&lt;a href="http://twitter.com/brunoruder"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #6600cc;"&gt;@brunoruder&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;), e para tal precisarei da ajuda dos universitários. Mas ele permanecerá límpido e simples como está agora. Ok, dependendo acabarei por dar uma enfeitada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, com o leme em mãos, compartilho de meus pensamentos e ideias. Virão em singelos tratados ou pequenas impressões (que não caibam no Twitter). Escolherei meus trajetos de acordo com a direção e forças dos ventos e de acordo com a minha vontade de poder — principalmente.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-8402053904860731989?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/8402053904860731989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=8402053904860731989&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/8402053904860731989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/8402053904860731989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2009/12/ruder-aus-der-hand-apresentacao.html' title='Ruder aus der Hand: Apresentação'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3953577284781066184.post-4078455910943945817</id><published>2009-12-24T17:38:00.001-08:00</published><updated>2010-01-19T01:01:06.830-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Natal'/><title type='text'>Prelúdio de Natal</title><content type='html'>O Natal é um fato social. É geral e tem poder coercitivo. Impõe-se. Pode oprimir ou cativar. O apelo é muito forte. Você se deprime ou se encanta — a indiferença é improvável. Conversávamos há pouco sobre isso Alexandre Landim e eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitos que vivem a tradição da grande refeição familiar, ou mesmo entre amigos, na casa de um patriarca ou outra referência afetiva. Há outros muitos que se encontram deslocados, procuram perpretar alguma tradição de modo reduzido, adaptado, limitado. Outros amarguram as piores das solidões, e de tão sós, pouco se toma conhecimento da profundidade de sua angústia — Natal é a época em que você mais se lembra do quanto é sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ignorar ou lutar contra o período natalino é desperdício de concentração. Fazer o usufruto a seu modo é a melhor opção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De minha parte lhes digo, o melhor que o Natal pode trazer não são família, amigos, rituais enjoados, mas sim a paz consigo mesmo. Não havendo compartilhado o sentido que os outros lhe dão, o Natal sempre me foi uma época muito melancólica. Hoje — não usando hoje como figura para "nestes tempos", mas hoje, 24 de dezembro — surpreendentemente, encontrei paz de espírito. Hoje, ainda não compartilhando do sentido que os outros lhe dão, encontrei o meu próprio; estar em paz. Comigo mesmo. Com pouca família, nenhum amigo próximo, sem qualquer ritual tolo; mas em paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Creio que este deva ser o espírito natalino alcançado pelos homens de boa vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para amanhã, dia 25, procurarei um bom camarada para beber vinho em praça pública. Afinal, São Paulo estará um porre.&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"  style="color:#FFFFFF;"&gt;_______&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3953577284781066184-4078455910943945817?l=jornalemes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://jornalemes.blogspot.com/feeds/4078455910943945817/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3953577284781066184&amp;postID=4078455910943945817&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4078455910943945817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3953577284781066184/posts/default/4078455910943945817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://jornalemes.blogspot.com/2009/12/preludio-de-natal.html' title='Prelúdio de Natal'/><author><name>Bruno Lemes</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01655266157998090301</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='20' height='32' src='http://1.bp.blogspot.com/-yqg5Qw1ArzE/TuQniv8U2VI/AAAAAAAAAN8/0aJVwJsXBkU/s220/cut.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
